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MEIADESFEITA

Este é um espaço de temática aberta, conforme a inspiração do dia (Todos os direitos dos poemas são reservados por direitos de autor)

Este é um espaço de temática aberta, conforme a inspiração do dia (Todos os direitos dos poemas são reservados por direitos de autor)

Senti um bater de asa

 

Senti um bater de asa, na vidraça

E que graça!

Uma ave airosa, chegou fria

E carente

Dei-lhe abrigo, em meu coração.

E como pulsa meu querer,

De contente,

Imagino-te vistosa

De olhos verdes, atrevidos

Os seios recolhidos,

Ansiando pelo verbo acontecer

E a chuva bate loucamente.

O vento rodopia,

Uiva e pede atenção.

São fortes esses gemidos

De ais ou gritos de alguém,

A quem custa a contenção

Longe, longe

o amor anda em vaivém.

Sozinho, em afagos contigo,

Qual beija-flor, alinhavo versos,

De puro entretém.

Nesta tarde fria,

De vento e chuva que rodopia

Se enternece meu ser,

Ávido de mimos,

A necessitar de se aquecer.

É a saudade,

A recordar-te, com emoção

Algo bate na vidraça,

E que graça,

O vento não traz maldade

Apenas despertou com vivacidade

Uma grata e terna recordação


 

 

Meu lírio roxo do campo

 

 

 

 

Eu te amo tanto, tanto

 

que a cada amanhecer,

 

é um novo encanto,

 

lírio puro e santo,

 

que planto por querer

 

 

 

Amanhecer com encanto lírico

 

Cuidando as flores, em teu olhar

 

Regando cada recanto em delírio

 

Oh  lírio puro, tremo em te tocar

 

E beijo a seda de teu seio idílico

 

 

 

pinto trovas, com a lua a raiar

 

em ti musa e sereia, puro encanto

 

raro enlevo no amor que planto

 

Aromas de lírio, eterno cortejar

 

de  rubras cerejas te vou coroar

 

Linda tela, com dotes de feitiço

 

Tu, enfeitada, acreditas nisso?

 

 

 

Oh Beja distante, aí plantei meu querer

 

No encanto de fruta colhida a namorar

 

  Cerejas maduras, teus brincos a brilhar 

 

 Vida  saborosa, com eterno amanhecer

 

 

 

 

 

 

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