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MEIADESFEITA

Este é um espaço de temática aberta, conforme a inspiração do dia (Todos os direitos dos poemas são reservados por direitos de autor)

Este é um espaço de temática aberta, conforme a inspiração do dia (Todos os direitos dos poemas são reservados por direitos de autor)

O véu da melancolia

 

Em teus olhos claros de mel

 

Cobicei ternura e carinho

 

Bati a tua janela, para entrar

 

Senti tu em mim, a aliciar

 

Osmose de desejos, no ninho

 

 

Corpos em união, sem papel

 

Senti teus húmidos lábios

 

Amar, amar como os sábios

 

Em teus olhos claros, volúpia

 

 

 

Teus ais doces como pastel

 

De Belém, a canela a estalar

 

As línguas a tocar-se no céu,

 

Puro amor, mar e harmonia,

 

Sábia de amor e seus segredos.

 

Mas veio a nuvem e seu véu

 

Sofro de dores de melancolia

 

Sonho com teu seio, ao léu

 

Fruto divino, em meus dedos

 

 

 

 

 

Quero beijar a lua

 

 

 

Na Estrela, pura e bela
Junto do sol e da lua
Abro minha janela
 
Mirando por cima das nuvens, fascinante...
Ora céu azul, ora teu olhar claro
 
Ouvindo, num cantar radiante
Melodias de colibri….
e como eu gosto de ti,
melodia que balanceia
 
Sinto a envolvência do luar,
a seduzir,
ou o teu olhar a reflectir…
lua cheia,
 
 
                                        
Teu corpo é divino
Vou pintar-te na tela
E eu adivinho teu ninho,
num afagar de carícias,
navegar em tua caravela
 
 
Com sorriso nada avaro,
Entro em teu olhar claro,
 
Na Estrela, pura e bela
Junto do sol e da lua
Sorte a minha, sorte a tua
Largo meu barco à vela
 
Vou cuidar das colmeias,
 das abelhas e do mel,
para provar ao luar...
sedutor,
em dias de encantos,
certos olhos beijar, ou cantar
entre versos e delícias,
ouvir o rumor do mar
e teus pés beijar,
 
com a espuma a enrolar
Sorte a minha, sorte a tua
o mar a namorar

Quero beijar a lua

Canto de sereia

 

 

Em teu olhar

 

quero o belo admirar

 

ver o enrolar do mar

 

a cativar

 

Tu e eu, na areia

 

ouvindo o canto da sereia

 

A gaivota,

 

voadeira

 

poisou a observar

 

doces beijos na areia,

 

a espuma a saudar

 

 

Um beijo ,

 

um carinho

 

A areia a acalmar

 

a espuma  a nos beijar,

 

de mansinho

 

 

canto de sereia

 

Que belo som, o do mar

 

a compor o ninho

 

Bem solta na areia,

 

a namorar

 

sigo teu caminho

 

                                                                                        

 

 

 

                                                                              

 

Tempestade e sofrimento

 

Minha luz em todo firmamento,claridade

 

Essência, herança ética e hombridade

Que felicidade,  conseguir-te vislumbrar


Que insatisfação, na forte  criatividade

 

por ter de ficar na efémera ilusão

 

Tormento, solidão,  incomodidade


Oh deuses!...Oh fado!....que ingratidão


Deixar nossas almas, na crueldade,

 

Circunstâncias, acasos, humana maldade

 

Tempestade de nosso sofrimento



Tormentos e ingatidão, tudo se pode aguentar

Até um sorriso em nosso rosto mostrar

Mas o coração, o espírito, a justiça...a  verdade



Porque os impedes de triunfar?

 

 

De lágrimas inundas o mar

 

Nesse lago nos vamos afogar

 

 

 

 

 

 

 

Piadas de Carnaval...só para rir "chorar não vale, pois estamos no Carnaval"

Desde tempos imemoriais, que o povo folião

Desafoga em rimas duras a colectiva depressão

 

Olha o politico encapuçado, o Jardim

Ou o encapuçado politico, socrático

Todos nos fazem sorrir e rir, enfim

 

Até o Zé povinho tomou ar seráfico

 O manguito não convém, é ruim

E o braço se quebrou, sem médico

 

 

Olha o político, o alegre trovador

Tão consequente e altaneiro

Juntou a reforma da rádio, por inteiro

Ao oficio de (re)putado legislador

 

(Tantos dias…23…suou e labutou

Que em 36 anos se transformou

Sendo exemplo impoluto e sério

De justo reformado, sem mistério)

 

Mas maior exemplo, de louvar

É o dos competentes banqueiros

Do banco da Nação, heróis de Portugal

Ganham um pobre ordenado, mensal

Como é desgastante, em tal mar labutar

Em poucos anos já se podem reformar

Heróis do mar, nação valente, imortal

 

Vale a pena falar da Cp, da Refer

Ou dos engenheiros da linha do desnorte?

Vale mais esperar, dê o que der, são manias

Há TGV a chegar, outras campanhas

para levantar de novo  esplendorosas vias 

Com muita troca de cadeiras, seu forte

Muitos milhões no bolso, de ocasião

 Cumprindo a proverbial legislação

Que aquela gente não é para manhas

Os carris chegarão ou não à estação

 

 

 

 

 

Lá pelo Tua, um comboio se desviou

Do caminho que  sábio engendrou

Pelo que não há culpas para ninguém:

A máquina  foi pescar, como convém

Quem se perdeu, nalguma se meteu

Como os  pescadores da Nazaré…

Que se perderam com a maré

Ou o pobre ferido de Odemira

Que ficou na roleta do mete e tira

Sobre a terra, sobre o mar

gente que se perdeu, alguém marchou?

 

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