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MEIADESFEITA

Este é um espaço de temática aberta, conforme a inspiração do dia (Todos os direitos dos poemas são reservados por direitos de autor)

Este é um espaço de temática aberta, conforme a inspiração do dia (Todos os direitos dos poemas são reservados por direitos de autor)

Alentejo, terra de borboletas

 

Silêncio e  solidão,

não quero não…

Meu Alentejo, quero teu pão

Minha borboleta, quer dançar

ou voar, na calma de um sonho

Seja Inverno ou Verão

Ofereço-te a luz da planície

A calma

A ilusão,

o sonho,

A dança e a contra-dança

o abraço, feito esperança

Um tango bordado,  na perfeição

O mar está mesmo ao lado,

Aventura madura

Um consolo,

Vamos à bolina.

A vela te espera,

com jeito e bem segura.

A caravela navega,

Barca bela, de seda fina

Sonho lindo,

E o mar está bem lavrado

O luar move-se, meu aliado

Ilumina-te a alma, de meiguice

Sol e lua, o amor em teu lado

Que belo o ninho, já o disse

Meu afago doce, de ternura

Sinto carinho, sol em teu olhar

 

A noite corre, em mansidão

Miro a beleza terna e a alvura

Beijo o luar em teu coração

Minha mão, tua alma segura

Este é o canto, de puro encanto

Oh Alentejo da doce ventura

Nos dás o pão, nós o coração

doce troca, no forno de cozedura

 


 

 

 


Poema do insólito

 

 

 

 

No silêncio da noite

Só, mas não só,

insólito

Divagava e recordava,

Amava,

na solidão

Contigo entretido,

Larguei um gemido.

 

No silêncio da noite,

de amores perdido,

egoísta,

ciumava

contigo distante

Ciumava,

na solidão

contigo confundido

 

No silêncio da noite,

roído de desejo

teu beijo esperava

e para teus olhos olhava,

sonâmbulo,

no instante

contigo suspirava

 

No silêncio da noite

Um beijo me deste

bem ardente

Sonhava, sonhava

Adormeci , só,

mas não só,

com esse carinho

 

No silêncio da noite

O amor se consumava

Ardente,

entretido contigo

Sentia teu olhar felino

Ronronava

 

Insólito

 

 

 

 

Meu cherry...

 

Minha cereja divina,

de tão sensual


Por fora rubra,

cheia de louca paixão


Por dentro, um cherry  de licor
Não sei se o meu se o teu amor,

natural
Eu imagino e sinto-me em ti,
teu amor
ou teu licor?

 

Meu botão de estimação

Minha fruta madura, encarnada

Teu toque, tua leveza,

 

ao natural

 

Teu ser,

minha bebida espiritual

Toco a cereja, com o labio e a mão

Sinto o fragor

a doce tentação

 

Estou à procura de licor, sensual

Mordo ou não?

 


 

 

 

 

Tua vida bordada na minha

 

  

 

 

A ternura bordada em vida minha

 

Tão meiga e linda, cheia de doçura

 

Leva-me a beijar a delicada linha

 

Da musa e fada  que fez a costura

 

 

Vidas bordadas em linha de seda

 

Pano e linha, unidos na perfeição

 

Projectos comuns vividos, oh fada

 

Realidade e sonho, vidas em união

 

 

Sentir tua linha, em mim bordada

 

Sinto-me abrigo, de teu bem querer

 

clara luz, a iluminar nossa jornada

 

tua cálida meiguice hei-de merecer

 

 

Bordaste em mim, amor e carinho

 

O coração cintila, de pura gratidão

 

O pano que cozeste oferta o ninho

 

Venha a linha, casar com o botão

 

 

 

 

Mãe, recordação com emoção

 

 

 

 

 

                                                                                       Mãe, agora saudade,recordação pura
 

outrora carinho, dedicação, tudo dado

 

Te foste da vida, tão cedo, coisa dura

 

Ainda tenho medo, estou ainda gelado

 

 

Mulher e mãe, uma grata criação divina,

 

Vos superais em cada acto, em amor

 

Forte, corajosa, mesmo a pequenina

 

Dádiva maternal, mais bela que a flor

 

 

Em segredo, digo à minha que a adoro

 

Todos a temos ou tivemos, um consolo

 

A minha é recordação, por isso choro

 

 

Grata recordação e com pertinência

 

Vou tentar ser o homem que querias

 

correcto e amável, justo na convivência

 

 

 

 

 

 

 

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