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MEIADESFEITA

Este é um espaço de temática aberta, conforme a inspiração do dia (Todos os direitos dos poemas são reservados por direitos de autor)

Este é um espaço de temática aberta, conforme a inspiração do dia (Todos os direitos dos poemas são reservados por direitos de autor)

Remediando

 

 

 

 

A tua graça me chamou, com malícia


Me imaginei em teu redor, com ardor


Outras sensações calo, por pudor


Mas vais conjecturando minha astúcia?


Sem argúcia para te conquistar


Experimento os versos, a remediar

 



Vejo teu rosto iluminado, de alegria


Aprecio tão  bom gosto, de fantasia


Radiosa sensação nesse raio de luz


sensação forte, teu olhar muito seduz

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sede atrasada, Maravilhosa

 

 

Esse maroto olhar, me anda a cativar...


Os olhos não consigo desviar, enfeitiçado


Tomo tua mão, leve como a da feiticeira


Vamos ao luar bailar, em doce namorar


Como te amar, não sei jeito ou maneira

 



Tu  falas de coisas desviantes, triste fado


Olha-me bem, a olhar te quero amar


Virei o mar para te adorar, anda ligeira


Beber em teu corpo, mel encaramelado


tenho a sede atrasada, da vida inteira

 



Maravilhosa, pura borboleta insinuante


Teu percurso errático me entontece


Decide-te a voar, coração sem amante

 




 

Vida de borboleta

 

Respirar ar puro, meu encanto!...


que cobiça, que atractividade


Provocação, ruptura atilada


Sensação mortiça,  danada


Cultura e beleza, meu espanto!


Como fazer de ti, morada


Teu corpo a imortalidade


De teu coração minha cidade


Tua áurea me atiça, atinada


Olhos atrevidos, luz e tormento


Alma de vespa, vida adiada


borboleta de Eros, monumento

 

 

 

Tempestade e sofrimento

 

Minha luz em todo firmamento,claridade

 

Essência, herança ética e hombridade

Que felicidade,  conseguir-te vislumbrar


Que insatisfação, na forte  criatividade

 

por ter de ficar na efémera ilusão

 

Tormento, solidão,  incomodidade


Oh deuses!...Oh fado!....que ingratidão


Deixar nossas almas, na crueldade,

 

Circunstâncias, acasos, humana maldade

 

Tempestade de nosso sofrimento



Tormentos e ingatidão, tudo se pode aguentar

Até um sorriso em nosso rosto mostrar

Mas o coração, o espírito, a justiça...a  verdade



Porque os impedes de triunfar?

 

 

De lágrimas inundas o mar

 

Nesse lago nos vamos afogar

 

 

 

 

 

 

 

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