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MEIADESFEITA

Este é um espaço de temática aberta, conforme a inspiração do dia (Todos os direitos dos poemas são reservados por direitos de autor)

Este é um espaço de temática aberta, conforme a inspiração do dia (Todos os direitos dos poemas são reservados por direitos de autor)

Outono cinzento

 
 

 

Foges de mim, doce luar

Deixas-me só, com a minha dor...

Assim nem quero acordar

Cores primaveris,  a entreabir

Verdes campos, o sol a brilhar

Reflectido nos olhos, teu fulgor

Versos platónicos, mas a sorrir

 

 


Esta matéria quase petrificada

Abandonada, esmorecida

para o esquecimento atirada

Em mundo de gente sofrida

 


Manda-me grilos, para esverdear

Vaga hipótese de voltar a cantar

 

 

 

 


 

                                                               

 

O céu em teu olhar

Amor!  O céu em teu olhar, meu firmamento
O teu cabelo loiro toco com desvelo,afagos
Mais gratos são, que as flores, teus carinhos
Ouve os lamentos, os ais de teus escravos
Subjugados à luminosidade de teus sorrisos
Esperando a dádiva  de um ténue momento

Sedução em dó maior

 

Certos olhares terríveis, sedutores


de cores, ora azuis, ora verdes

despertaram meu entorpecimento

Nem imaginam as tremuras, os calores,

Que senti, vivi ou antevi, gulosos amores

De que não pensava ter merecimento


Encantamento,  divinas sensações

me perfuraram todo, de quente alegria

Eu a julgar-me durão nas emoções

E o coração a pedir-me tal ousadia

O mundo em minhas mãos eu antevia


Mas, há sempre um mas, caprichoso

Me esqueci, que meu corpo, divina

Não merecia, leoa,  dote tão ditoso, 

Como o que me ofereceste, felina


Meu coração acelerou, de alegria

Mas a caldeira do peito, algo verteu

sobreaquecida, de tão doce alquimia

e o adormercer doce  logo  requereu,

A alvitrar ou sonhar,  tão louca mania



Depois de velho e usado, quase dobrado

Ter opotunidade,ousadia para o doce fado

Queira a angina apaziguar, bruxa maligna

permitir tocar tal melodia, alma tão digna,


Oh encanto, meu anseio tão sonhado

Guarda-te para este galarote atrevido

Morto ou vivo te há-de dar o imaginado

Ouve este amor, cantado em teu ouvido

Media and marketing affairs

media, marketing  affairs
Downstairs…upstairs
Crime and tragedy, ilicitude
nonsense, nos media
 amiúde

Um olhar doce e fino...matreiro
Se esconde, sorrateiro
Num rosto, na sky televisão…

É olhar nobre, concerteza
Mas de inebriante beleza


Pensa e escreve, com arte
Os outros motiva, destarte
uma mulher rija e tesa
trigueira concerteza

Doce e suave,
Atractiva, cativa como diva
Domina os media como convém

Ser sua fã, uma dádiva
Nestes intelectual affairs
Ela sensual, eu tão rude
Nos media, na Sky amiúde

Very british lady,  na atitude


Calçada portuguesa

 

 

Ruas e calçadas,  molhadas

Vidas, lágrimas derramadas

 

Gritos, de peito meu

 

 flores tristes, abortadas

calçadas  não enfeitadas

Dores, de quem sofreu

 

Almas doridas, pisadas

pedras duras, marteladas

acasos, o fadista gemeu

 

Mas Deus se condoeu...

 

De trovoadas, lágrimas secou

Trovões, gritos amordaçou

corações esfarrapados coseu

 

A vida continuou...

 

Calçadas, vidas marteladas

Pedras polidas ordenadas

Dores  de quem as pisou

 

Sonho que se perdeu,..

Andou!...

                                                                                    

 

 

 

 

                                                                                   

Coruja e mulher

 
 
 
 
Formosa, prudente,
eficaz  encanto
perfeito animal
 
Força imanente
Tâo bela, tão pura...
 
Natural semente
Doce monumento
beleza sem igual
 
 
 
Outrora temida
Agora amiga
 
 forte na briga
Coisas do natural
 
 
Coruja, mulher
audaz e atrevida
sagaz, comedida
Dilema mortal?
 
 
Sirva-se um tanto
Se lhe aprouver
Cuide-se porquanto
É Coruja e mulher
 
 
 

Natura vincit...

 

http://www.filmeametro.com/joaobentoboavida/upload/136.gif

 

 

Acasos, circunstâncias

Herança genética e cultura

Parecem o nada

e são coisa bem dura

 

Vida efémera, passagem

O nada é tudo,

miragem

 

Acasos da fortuna

ou

do azar,

fado, dor inoportuna

 

Siga a viagem

O sofrer está perto,

e o prazer é efémero,

incerto

 

A natureza vence,

A ciência não convence

O homem é coisa pouca

 

 

Nem grão de areia,

na engrenagem

 

 

 

 

 

 

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