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MEIADESFEITA

Este é um espaço de temática aberta, conforme a inspiração do dia (Todos os direitos dos poemas são reservados por direitos de autor)

Este é um espaço de temática aberta, conforme a inspiração do dia (Todos os direitos dos poemas são reservados por direitos de autor)

Grândola, ode à liberdade

Abril com cravo na lapela,hino de alegria

Estética fina, singela, cintila claridade

Grândola vila morena, a minha melodia

O povo gregário, em defesa do pão           

Magistral cante criou, ode à igualdade

Ilusão despida, mas viva a liberdade

troll-urbano.weblog

Grândola, cidade luz, vera fraternidade

Impeto de mudança, justa aspiração

O povo é quem mais ordena, oh cidade

 

Flor de Abril, cravo imortal

 

 

O vulgo peão, de tanga

começou a olhar, aflito

para a sua rota ganga,

 

Sem nada na manga

acreditar não acredito

oiçam a aflição, o grito:

-O povo está de tanga!

 

Com tanto desprezo,

tanta da cobra banha

O peso que se suporta

pesa mais que a canga

 

Tal objecto, de madeira,

Carrega muito desdém

humilha sobremaneira

o que vive sem entretém

 

Vós prometeis, sem decoro

Justiça, verdade,  vida digna

mentiras, politica maligna

o povo  cobrará o desaforo

 

Flor de Abril, cravo imortal

Teu condão é a liberdade

lindo simbolo de Portugal

Vamos recuperar a cidade

 

 

 

 

Utopia vazia

Era uma vez

a vinte e cinco

do Abril que sinto

 

Do dia que vivi,

metido

nesse tempo de glória

 

De arma em punho,

em Viseu arregimentado

Fiz parte da história

 

Neste dia iluminado,

Portugal angustiado

 viu nascer

a liberdade

 

Uma flor
Uma menina bela,

de modos a mais fina


Liberdade de nome 

de cognome divina


vida boa com amor

Era a esperança

que prometia


Veio este tempo,

 sem odor

a flor

 

A que se deve

esta descrença

fria

 

Este cheiro

a utopia

vazia

Cravo de Abril

Calor de Abril, cansaço e alguma dor                      

Fruto do seco trabalho, desalmado

Com tanto dever, rigor e desamor

Flor rubra, de espaço aprisionado

 

 

  www.urbi.ubi.pt/000425/edicao/cov_25abril.

De Abril, o cravo vibrante murchou

Vítima de elites ocas,  bem falantes

O Homem sonhado logo se eclipsou

dobrado por astros bem farsantes

 

 

 

As elites hipócritas, se revezaram

Nos slogans de paraísos factuais

Rostos de rico creme, nos iludiram

Ensebados para as tevês imorais

 

Os afortunados da sorte, com capital

Ou os lacaios políticos, aldrabões

Desfolharam o cravo rubro, imortal

Pétalas no chão, aos trambolhões

Sorriso claro

  

 Essa paz, essa claridade de teu sorriso

convida-me a olhar-te com a luz da ternura
 Paro em ti, calma paisagem ou paraiso
 Mulher que me acalmas a alma, impura
...
 
 
 
 
 
Iluminas meus sonhos, teu olhar me cativa
A claridade de teu ser me atrai, de tão pura
Sinto teu abraço ou teu regaço, musa viva
Imaginado e não gozado, por  tua cultura
....
 
 
 
 
 
Preso em ti e por ti, mulher bem atractiva
Sou poeta com rumo, para contigo sentir
Arritmia de ânsias, de sede muito activa
...
 
 
 
 
 
Sonhos e desejos, minha chama a explodir
 
Olha meu querer e minha forte dedicação
 À luz de teu olhar claro,  vejo meu devir
 

 

escapadela simbólica

 

 

 

 Les demoiseles d´Avigno

 

 

Sensação libidinosa,atroz provocação
Um umbigo que se insinua, divino
Claro escuro de grande contradição
Em teu ventre, espelho de véu uterino
Covil de ladrões, me levas à perdição

Me mete nessas prisões,
seja ou não culpado,
de sonhar acordado

Tardio pecado,corpo de amor interino

Sentidos em reboliço, de Eros conotação

 

 

sereia inspiradora e provocadora...eu nem estava com vontade...me provocaste e por tua causa, por teu umbigo, teu ventre e meu castigo, o poema foi parido...

 

eterna musa...uma flor  colorida e airosa...

Amêndoas amargas

Houve amêndoas de mãos largas

Para qualquer um degustar, guloso

Só ao Sócrates primeiro, ansioso

Souberam a algo azedo, amargas

 

Neste país de estudar a ferros, a marrar

Conforme os cânones antigos,coimbrões

Há muitas imperiais figuras, a certificar

Muita sabedoria,  no saber plantar melões

 

Frutas primaveris  ou tropicais, à antiga

São clonadas sem mácula nem enfado

Inscreve-te numa privada escola amiga 

Logo um pomar se levanta, diplomado

 

Em manobras subtis,sem uso de gramática

Cresceram frutos apetecidos, doutores

Marrões, vossa época acabou!Estupores

Olhai esta nova fruta clonada, pragmática

A perfeição da criação

Deus fez o homem e disse:
"Posso fazer melhor"
Então fez a mulher, bela e enigmática..

linda e sedutora......um sumo eloquente...

pena nao haver nenhuma, eufórica

autêntica ou traidora, de mim carente ...

Oh sim...que regalo seria, oh gente!

Acariciar-te-ia, de noite e de dia, amante

Como o galo canta, de voz potente

Quando a lua se levanta, insinuante!

Páscoa ... meditação

Tempos de reflexão, de profunda meditação...

Do que é história e do que há-de vir

Qual o contributo de cada um, para a melhoria do mundo?

Seremos apenas mais um?

Isso é pouco...

Que marca de bem, mais humana e gregária podemos deixar?

Penso não dever ser um ser apenas normal...

Recebi educação, carinho...Tive amigos

Tenho de deixar um exemplo, um testemunho

Para merecer o recebido e melhorar a humanidade

Utopia, mas verdade!

 

 

 

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