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MEIADESFEITA

Este é um espaço de temática aberta, conforme a inspiração do dia (Todos os direitos dos poemas são reservados por direitos de autor)

Este é um espaço de temática aberta, conforme a inspiração do dia (Todos os direitos dos poemas são reservados por direitos de autor)

Cleo...o teu gatinho

 

 

 

 

 


 

Ser teu gatinho, ser feliz,...

que ideia tão boa...tão gostosa...

ter direito a teu colo

a teu perfume de rosa...

poder beijar tua mão...

e ver...o céu florido,

quando me pões no chão

e olho para cima, por instinto

vejo luz  na escuridão

e gato não mente...

Apenas diz o que sente

e se me ponho a ronronar ..

.beijando teu pé..

é porque gostei ou te amei...

 ou porque me deste, ditosa 

aquilo que não pedi ou não mereci...

vou ronronar perto de ti..

subir a teu colo e olhar para ti...

Sente aquele olhar...de carinho

e devoção...

o carinho de um gato

a querer beijar tua mão

 

 

 

 

o combóio da liberdade

 

Pouca terra, Pouca terra, 

vou na boa com Elena

O trem vai apinhado,

mas ninguem tem pena

 

Tudo bem acordado

com muita gente de bem,

quem não tem  alma pequena

Viajou  na boleia da Elena

 

Pouca terra, pouca terra

passou pela Honestidade,

tudo olhou, desconfiado...

Politico a falar verdade?

Passe bem, vou apressado

 

Zé povo e Maria Póvoa

Seguravam sua prenda

Como os outros, de frente

Dividiam sua merenda

 

Pouca terra, pouca terra

O comboio segue veloz

Passou pela Verdade…

Olhe a estação, vê a luz?

Passe bem, Sócrates  conduz

 

O povo um tanto sonolento

De tanto ouvir, fado fiado

Fechava, abria os olhos

O comboio seguia, enjoado

 

Pouca terra, Pouca terra

Tudo passa de corrida

Operário não vê obra

Viram a verde  Felicidade?

Passe bem, é banha da cobra

 

A menina e o rapagão

Felizes, namoravam

Mas apenas confiavam

No relógio da estação

 

Pouca terra, pouca terra

Casario branco, ao longe

Todos vieram à janela

Onde é a Fraternidade?

Passe bem, olha a panela

 

Uns lisboetas, janotas

Se mostravam, sorridentes

Pavoneavam suas botas

Todos os viam contentes

 

Pouca terra, pouca terra

A viagem chega  ao fim

Todos saem, do lugar

Sentiram a Liberdade?

Passe bem, não há vagar

 

Sonhos de Abril desfeitos em aguas mil

 

SONHOS DE ABRIL, ACABADOS


Neste domingo  manso,

Verão de São Martinho,

Em que nem chove,

nem há cheiro de vinho

 

A alma inquieta, fria

Esta nervosa melancolia,

Tamanha tristeza vazia

Sofrendo tanta  hipocrisia

 

Sonhos de Abril, devaneios

Sonhos de  Abril derivados

Sonhos de Abril, acabados

 

 

E o corpo não quer folia

Neste Novembro bruto

Dissolveu o Abril magia

Ao poder do euro astuto

 

Os banqueiros  usurários

Aliados a pseudo-juristas

O fim de Abril, perdulários,

 pediram aos  políticos copistas

 

Valha-nos São Martinho

Ajuda-nos neste desígnio

Beber  sangue por vinho

Abril entrou em declínio

 

 

 Sangue  e utopias, contados

 Desfeitos e esfarrapados

  Submetidos ao euro delírio

  Professor, eis o teu martírio

 

Sonhos de Abril, devaneios

Sonhos de Abril, acabados

Sonhos de Abril…

 triste fado

 

 

Sensivel ...o beija-flor

 

 

 

 

 

 


 

Vi a Bia, austera , formosa  mulher
Eloquente, sensível, ecologista
Vestindo como mulher de judá
Como madalena, no filme de ben-hur
Ou, na essência, sentindo a providência,
divina, ouvindo a natureza viva, o chauá
Obra do criador, em jardins e cachoeiras,
Florestas e tribos hospitaleiras
Bichos feros, bichos mansos...

O pichochó ou o corrupião,o tangará

 


 

 

Vi a Bia, sensual e delicada, pacata
Um nenúfar, uma flor silveste, em delírio
a apreciar o beija-flor, o colibri ou o pichochó

o galo da campina ou o cardeal, que afina


o dedo acariciando a agua cristalina, divina
De ribeiros rumoreantes e fontes sonantes
Emocoionou-se com  tão mágica sinfonia


A Deus agradeceu

E como Francisco, o de Assis
De tudo se comoveu, em tudo sentiu magia:

- Obrigado ao criador, pela beleza do colibri

E que dizer do beija-flor e dos outros que vi e ouvi?

 

 

 


 

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